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Cultura à Milanesa

CineSesc exibe a mostra ‘O poder da imagem’ em junho

O CineSesc do mês de junho terá como tema “O poder da imagem”, por meio de 95 sessões de 13 longas e curtas-metragens que colocam em discussão o próprio cinema e os dispositivos de construção da imagem. Retomado no modelo presencial em abril, o projeto do Sesc RJ consiste em sessões de cinema gratuitas em suas unidades no estado tendo como foco produções que tiveram pouco destaque no circuito comercial brasileiro, sempre com um recorte temático mensal.

As unidades da Região Metropolitana que recebem a mostra são Copacabana, Ramos, Tijuca (Rio de Janeiro), Nova Iguaçu e São Gonçalo. Já no interior, as sessões acontecem em Petrópolis (unidade Quitandinha), Nova Friburgo, Teresópolis e Campos.

A programação de junho contará com os longas-metragens Meu nome é Daniel (2021), de Daniel Gonçalves; Ferrugem (2018), de Aly Muritiba; Aos olhos de Ernesto (2019), de Ana Luiza Azevedo; Um olhar no cinema acreano nesses 48 anos (2021), de Adriana Pessoa de Oliveira; e Ilha (2018), de Ary Rosa e Glenda Nicácio.

Já os curtas integrantes da mostra são Super frente, Super 8 (2015), de Moema Pascoini Barreto; Tipoia (2018), de Paulo Silver; Solon, de Clarissa Campolina (2016); A retirada para um coração bruto, de Marco Antônio Pereira (2017); Amor/Manifesto, de Lilian de Lima, Tico Dias, Binho Cidral (2021); Tupianas (2016), de Marcos Bonisson e Khalil Charif; Cinema é Drops (2021), de Aline Castella; e A Profundidade da Areia (2019), de Hugo Reis.

“Neste mês, o CineSesc apresenta uma seleção de filmes cuja potência imagética é evidente, tanto pela sua metalinguagem mais explícita – ou seja, quando o próprio cinema se debruça sobre si mesmo – quanto pelo realce dado aos próprios dispositivos de construção dessa imagem. Uma conjunção que indica as relações entre o poder da construção narrativa por meio da linguagem cinematográfica e o público”, explica Leandro Luz, analista de Audiovisual do Sesc RJ e um dos curadores da mostra.

Para as crianças – Além da mostra “O poder da imagem”, dirigida ao público jovem e adulto, o CineSesc conta também com exibições de cinema para os públicos infantil e infantojuvenil. Neste mês, essas sessões acontecem nas unidades da Tijuca e de Ramos, no Rio, de Nova Iguaçu e São Gonçalo, na Região Metropolitana, Campos, no Norte Fluminense, e Nova Friburgo, Região Serrana. Confira a agenda para todo o estado do Rio de Janeiro em www.sescrio.org.br.

 

Confira as sessões:

SESSÕES NA REGIÃO METROPOLITANA

COPACABANA (R. Domingos Ferreira, 160 – Rio de Janeiro)

Cinema é Drops/ Meu nome é Daniel: 1/6 (16h)

Ferrugem: 7/6 (19h); 22/6 (16h)

Aos olhos de Ernesto: 8/6 (16h); 28/6 (19h)

Um olhar no Cinema Acreano aos 48 anos: 14/6 (19h); 29/6 (16h)

A profundidade da Areia/Ilha: 15/6 (16h)

Sessão de curtas: Super Frente, Super 8 | Tipoia | Solon |A retirada para um coração bruto | Amor/Manifesto | Tupianas: 21/6 (19h)

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RAMOS (Rua Teixeira Franco, 38 – Rio de Janeiro)

Cinema é Drops/ Meu nome é Daniel: 1/6

Ferrugem: 8/6

Aos olhos de Ernesto: 15/6

Um olhar no Cinema Acreano aos 48 anos: 22/6

A profundidade da Areia/Ilha: 29/6

Horário: 15h

Sessão Infantil:

Baile/Vida dentro de um melão: 5 e 19/6

As aventuras de Pety/O menino e o ovo/Vento viajante: 12 e 26/6

Horário: 11h

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TIJUCA (Rua Barão de Mesquita, 539 – Rio de Janeiro)

Meu nome é Daniel: 1/6 (Sessão de 19h seguida de debate)

Ferrugem: 8/6

Aos olhos de Ernesto: 15/6

Um olhar no Cinema Acreano aos 48 anos: 22/6

Horário: 15h e 19h

Sessão Infantil:

Asterix e o segredo da poção mágica: 11/6

Horário: 11h


Meu nome é Daniel-Divulgação

SÃO GONÇALO (Av. Pres. Kennedy, 755)

Cinema é Drops/ Meu nome é Daniel: 2/6 (10h); 10/6 (18h); 18/6 (16h)

Aos olhos de Ernesto: 2/6 (14h30); 16/6 (10h); 17/6 (18h)

Ferrugem: 3/6 (18h); 23/6 (14h30); 25/6 (16h)

Sessão de curtas: Super Frente, Super 8 | Tipoia | Solon |A retirada para um coração bruto | Amor/Manifesto | Tupianas: 4/6 (16h); 9/6 (14h30); 23/6 (10h)

A profundidade da Areia/Ilha: 9/6 (10h); 24/6 (18h); 30/6 (14h30)

Um olhar no Cinema Acreano aos 48 anos: 11/6 (16h); 16/6 (14h30); 30/6 (10h)

Sessão Infantil:

Tito e os pássaros: 5/6 e 19/6

Sessão Infantojuvenil:

Baile | Vida dentro de um melão | Apocalipso: 12 e 26/6

Horário: 16h

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NOVA IGUAÇU (Rua Dom Adriano Hipolito, 10)

Um olhar no Cinema Acreano aos 48 anos: 7/6

A profundidade da Areia/Ilha: 9/6

Cinema é Drops/ Meu nome é Daniel: 14/6

Ferrugem: 21/6* e 23/6

Aos olhos de Ernesto: 28/6

Sessão de curtas: Super Frente, Super 8 | Tipoia | Solon |A retirada para um coração bruto | Amor/Manifesto | Tupianas: 30/6

Horário: 9h30, 14h e 18h

*Exibição apenas às 18

Sessão Infantil:

Miúda e o guarda-chuva: 5/6

Tito e os Pássaros: 19/6

Horário: 11h e 14h

Sessão Infantojuvenil I:

5 fitas / Aurora – a rua que queria ser um rio / A inacreditável história do milho gigante: 23/6

Horário: 9h e 14h

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SESSÕES NO INTERIOR

CAMPOS (Av. Alberto Torres, 397)

Cinema é Drops/Meu nome é Daniel: 1/6

Ferrugem: 8/6

Aos olhos de Ernesto: 15/6

A profundidade da Areia/Ilha: 22/6

Sessão de curtas: Super Frente, Super 8 | Tipoia | Solon |A retirada para um coração bruto | Amor/Manifesto | Tupianas: 29/6

Horário: 19h

Sessão Infantil:

Tito e os Pássaros: 01, 28 e 29/06

Miúda e o Guarda-chuva: 14 e 22/06

Horário: 9h (terças) e 15h (quartas)

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NOVA FRIBURGO (Av. Pres. Costa e Silva, 231)

Ferrugem: 3/6

Aos olhos de Ernesto: 10/6

Um olhar no Cinema Acreano aos 48 anos: 17/6

A profundidade da Areia/Ilha: 24/6

Horário: 15h e 19h

Sessão Infantil:

Tito e os Pássaros: 11/6 e 25/6

Horário: 15h

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QUITANDINHA (Avenida Joaquim Rolla, 2 – Petrópolis)

Ferrugem: 9/6

Aos olhos de Ernesto: 16/6

Sessão de curtas: Super Frente, Super 8 | Tipoia | Solon |A retirada para um coração bruto | Amor/Manifesto | Tupianas: 23/6

Cinema é Drops/ Meu nome é Daniel: 30/6

Horário: 16h

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TERESÓPOLIS (Av. Delfim Moreira, 749)

Cinema é Drops/ Meu nome é Daniel: 2/6

Ferrugem: 9/6

Um olhar no Cinema Acreano aos 48 anos: 23/6 e 30/6

Horário: 19h30

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SINOPSES

CINEMA É DROPS / MEU NOME É DANIEL

Cinema é Drops. Direção de Aline Castella. RJ / Brasil. 2021. 17 min. Documentário. 12 anos.

Desde 1897, o Cinema se faz presente em Petrópolis e suas histórias ainda permeiam a memória afetiva do público petropolitano. E as histórias de Cinema estão mais vivas que nunca. O Cinema de Rua morreu. Viva o Cinema de Rua!

Meu nome é Daniel. Direção de Daniel Gonçalves. RJ / Brasil. 2018. 82 min. Documentário. Livre.

Daniel Gonçalves nasceu com uma deficiência que nenhum médico foi capaz de diagnosticar. No documentário pessoal, o jovem cineasta radicado no Rio traça o caminho de sua vida para tentar entender sua condição.

FERRUGEM

Direção de Aly Muritiba. PR / Brasil. 2018. 100 min. Ficção. 14 anos.

Tati é uma adolescente cheia de vida, que gosta de compartilhar seus melhores momentos no Instagram e Facebook. Mas a vida de Tati vira ao avesso quando algo que ela não queria compartilhar com ninguém cai no grupo de Whatsapp do colégio.

AOS OLHOS DE ERNESTO

Direção de Ana Luiza Azevedo. Brasil. 2019. 123 min. Ficção. 12 anos.

Ernesto vem enfrentando as limitações da idade avançada como a solidão e a crescente cegueira, que ele acha que pode disfarçar de todos. Quando ficou viúvo, Ernesto aprendeu que envelhecer é ocupar os silêncios com um disco rodando, com os telefonemas do filho que mora longe, com as idas ao banco para buscar sua escassa aposentadoria, com rápidas visitas do vizinho Javier e a espera de uma nova carta de Lúcia. Mas Bia, uma descuidada cuidadora de cães, atropela a sua vida e coloca em risco seu metódico cotidiano. E Ernesto percebe que envelhecer pode ser rejuvenescer com a intensa companhia de uma menina que não tem nem trinta anos. Que a vida e o amor são possíveis, até para quem tem quase 80 anos.

UM OLHAR NO CINEMA ACREANO NESSES 48 ANOS

Direção de Adriana Pessoa de Oliveria. AC / Brasil. 2021. 120 min. Documentário. 10 anos.

Um olhar no cinema acreano nesses 48 anos mostra a história dos precursores do cinema no Acre, além de trazer uma perspectiva de quais dificuldades e quais aspectos sociais e culturais estão presentes nesse contexto.

A PROFUNDIDADE DA AREIA / ILHA

A Profundidade da Areia. Direção de Hugo Reis. ES / Brasil. 2019. 18 min. Ficção. 18 anos.

Num tempo impreciso, uma caminhada contínua e uma ameaça constante. Vestígios na areia revelam memórias que eles parecem desconhecer, mas não totalmente.

Ilha. Direção de Ary Rosa / Glenda Nicácio. BA / Brasil. 2018. 93 min. Ficção. 18 anos.

Emerson, um jovem de periferia, quer fazer um filme sobre a sua história na Ilha, lugar onde quem nasce nunca consegue sair. Pra isso, ele sequestra Henrique, um premiado cineasta. Juntos, eles reencenam a própria vida, com algumas licenças poéticas. O plano começa, e a partir de então não há mais limites, afinal, cinema também é jogo.

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SESSÃO DE CURTAS

Sessão de curtas – O Poder da Imagem. 97 min. 12 anos.

SUPER FRENTE, SUPER 8

Direção de Moema Pascoini Barreto. SE / Brasil. 2015. 19 min. Documentário. 10 anos.

Um passado nostálgico e o presente ativo.  Super Frente, Super-8 é um documentário que aborda a formação  do movimento superoitista em Aracaju, Sergipe. O filme mescla os dois tempos ao propor a movimentação dessa história. Os realizadores são convidados a voltar filmar, assumindo a proposta de fazer do documentário uma criação coletiva e amadora. O super-8, super-vivo.

TIPOIA

Direção de Paulo Silver. AL / Brasil. 2018. 17 min. Experimental. 10 anos.

Antes que seja tarde.

 

SOLON

Direção de Clarissa Campolina. MG / Brasil. 2016. 16 min. Experimental. 12 anos.

Uma fábula sobre o surgimento do mundo, apresentado a partir do encontro de uma paisagem devastada e uma criatura misteriosa. Solon habita o espaço extremamente árido e infértil. Aos poucos, ela se destaca da paisagem, aprende a se movimentar e explorar seu corpo. Verte água por suas extremidades e inicia sua missão de regar e nutrir a terra. A paisagem se altera e a própria personagem também. Nasce o mundo. Nasce a mulher.

 

A RETIRADA PARA UM CORAÇÃO BRUTO

Direção de Marco Antônio Pereira. MG / Brasil. 2017. 15 min. Ficção. 10 anos.

Ozório é um senhor que vive sozinho em um local isolado. Ele passa os dias ouvindo rock no rádio, enquanto vive o luto da sua companheira. Isso até que um movimento no céu quebra sua solidão.

AMOR/MANIFESTO

Direção de Lilian de Lima / Tico Dias / Binho Cidral. SP / Brasil. 2021. 24 min. Ficção. Livre.

O teatro-curta “AMOR/MANIFESTO” parte de um encontro ao acaso entre as personagens: a Cigarra passa a questionar o olhar corriqueiro e sistemático da Formiga, propondo uma nova forma de perceber o mundo nesse estado pandêmico. As ruas, as paredes e a vida lá fora ganham um novo contorno. A partir das memórias afetivas que a Cigarra divide com a Formiga, elas se transformam juntas. E, durante toda essa aventura de transformação, existe um coletivo de artistas que grita, canta, pinta e ajuda a narrar a história, que acontece em meio as paredes cinzas de uma cidade que ainda pode ser espiada pelas janelas e telas. O final dessa história? Calma…a gente chega lá!

TUPIANAS

Direção de Marcos Bonisson / Khalil Charif. RJ / Brasil. 2016. 6 min. Experimental. 10 anos.

Super 8 com imagens filmadas em diferentes lugares no Brasil durante os anos 70. É uma reflexão sobre a ideia de Tupi, a grande nação nativa que vivia neste vasto território solar, antes dos homens brancos chegarem – os Tupis-Guaranis chamaram-na de Pindorama (terra das palmeiras). O filme elabora uma narrativa não-linear através de uma colagem de “imagens antropofagicas”, apresentando o corpo e o espaço como topologia dos desejos, dos sonhos, e um dispositivo de mudanças – “Tupi or not to Be” (José Celso Martinez Correa / Oswald de Andrade), experimentando a escolha na vida, e a linguagem do essencial, em vez do acessório.

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SESSÕES DE CINEMA PARA CRIANÇAS

 

ASTERIX E O SEGREDO DA POÇÃO MÁGICA

Direção de Louis Clichy / Alexandre Astier. França. 2018. 87 min. Animação. Dublado. Livre.

Panoramix sofre um acidente e percebe que é hora de assegurar o futuro da vila. Acompanhado por Asterix e Obelix começa a busca por um jovem para transmitir o segredo da poção mágica.

MIÚDA E O GUARDA-CHUVA

Direção de Amadeu Alban. SP / Brasil. 2019. 70 min. Animação. Livre.

Miúda é uma menina míope e imaginativa, que cuida de sua planta carnívora de estimação com muito amor e formigas fresquinhas. Às vésperas de completar 7 anos, Miúda deseja apenas que a planta lhe chame pelo seu nome, mas a planta exige cada vez mais formigas. Estas, cansadas de serem comida de planta, bolam um plano que envolve poesia, guarda-chuvas e uma máquina do tempo. A menina atravessa uma jornada para compreender o mundo à sua volta e aprende que crescer é fazer escolhas.

TITO E OS PÁSSAROS

Direção de Gustavo Steinberg / Gabriel Bitar / André Catoto. Brasil. 2018. 73 min. Animação. Livre.

Tito é um menino tímido de 10 anos que vive com sua mãe. De repente, uma estranha epidemia começa a se espalhar, fazendo com que pessoas fiquem doentes quando se assustam. Tito rapidamente descobre que a cura está relacionada à pesquisa feita por seu pai ausente sobre o canto dos pássaros. Ele embarca numa jornada com seus amigos para salvar o mundo da epidemia. A busca de Tito pelo antídoto se torna uma jornada para encontrar seu pai ausente e sua própria identidade.

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SESSÃO INFANTOJUVENIL 1

31 min. Livre

5 FITAS

Direção de Vilma Carla Martins Silva. BA / Brasil. 2020. 15 min. Ficção. Livre.

Em Salvador, todo ano acontece a tradicional festa para o Senhor do Bonfim, em que fiéis, turistas e foliões peregrinam até a famosa igreja para amarrar fitas e fazer pedidos. Os irmãos Pedro e Gabriel ouvem desde cedo as histórias da avó e decidem se aventurar sozinhos para fazerem um pedido especial. Lá eles aprendem sobre religiosidade, sincretismo e a importância da família.

 

AURORA – A RUA QUE QUERIA SER UM RIO

Direção Radhi Meron. SP / Brasil. 2021. 10 min. Animação. Livre.

Se as ruas pudessem falar, o que diriam? Aurora é uma triste e solitária rua de uma grande cidade. Em um dia de chuva forte, ela relembra sua trajetória e sonha com o futuro e se pergunta: é possível uma rua morrer?

 

A INACREDITÁVEL HISTÓRIA DO MILHO GIGANTE

Direção de Aldenor Pimentel. RR / Brasil. 2021. 6 min. Animação. Livre.

No meio do lavrado, uma pequena formiga encontra um milho gigante. O Tamanduá aparece e se dispõe a cuidar do alimento, enquanto ela busca ajuda dos parentes para levar o milho até o formigueiro, o que deixa a formiga em um dilema: confiar ou não no seu maior predador?

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SESSÃO INFANTOJUVENIL 2

36 min. Livre.

BAILE

Direção de Cíntia Domit Bittar. SC / Brasil. 2019. 18 min. Ficção. Livre.

Há dias que nos amadurecem mais. Andréa tem só 10 anos e talvez ainda não perceba que seu dia foi assim.

VIDA DENTRO DE UM MELÃO

Direção de Helena Souza Neves Frade da Cruz. MG / Brasil. 2020. 18. Ficção. Livre.

Uma garota filma o seu redor. Fantasiada de bicho, o desconhecido te assopra quando o coração quer voar.

APOCALIPSO

Direção de Ennio Torresan. RJ / Brasil. 2020. 2 min. Animação. Livre.

Muitos anos após o Big Bang, cerca de 2 milhões de anos atrás, um novo personagem apareceu na África do Sul. Ele iria alterar radicalmente nossa história. Nós o chamamos de Apocalipso.

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