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Teatro

peça-filme ” MAYA”/ no Estação Net Rio, com Patrícia Niedermeier

Além da peça, será realizada a exposição “As Mulheres Pioneiras do Cinema”, que começa dia 26, e a “Mostra com Filmes de Maya Deren”, que será em fevereiro. Maya é uma peça filme performance que investiga os percursos perguntas  anagramas e filmes criados por MAYA DEREN. Numa experiência que atravessa os filmes e a instigante obra de MAYA Deren. MAYA é inspirada na obra e vida de Maya deren.  “A peça também é uma  homenagem a todas as cineastas MULHERES apagadas na história.  ( são muitas)”, declara Patrícia.

 

Diretora e teórica cinematográfica, Deren também foi coreógrafa, dançarina, poeta, escritora e fotógrafa. Seu primeiro filme, “Meshes of the afternoon”, preparou o terreno para os filmes americanos de vanguarda dos anos 40 e 50 e é reconhecido como um marco do cinema experimental. Entre 1947 e 1955, Deren passa quase dois anos no Haiti, filmando rituais e danças Vodu, mas também participando deles, a ponto de adotar a religião Vodu e de ser iniciada como sacerdotisa. Em 1985, o Instituto do Filme Americano (AFI) criou o Prémio Maya Deren, que reconhece e valoriza o cinema independente.

Patrícia Niedermeier têm outros projetos a serem lançados, em 2023, entre eles o longa “Uma Por uma Por uma”, com direção de Patrícia e Regina Miranda,  para comemorar os 20 anos de sua parceria. O longa é baseado em textos de  escritoras  sobre o holocausto,  com roteiro e pesquisa de Regina Miranda.

Patrícia ainda lança em 2023 o primeiro filme que dirige sozinha – “Ensaios Sobre Yves”.

O espetáculo “Maya” tem a direção de Cavi Borges e Patrícia Niedermeier , texto de Joaquim Vicente , consultoria de Filippo Pitanga , produtor executivo Marcos Arzua, produção Marina Trindade e Video Mapping : VJ 18.

VEJA O TRAILER

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Patrícia Niedermeier diretora e atriz.

 

Atriz e bailarina, diretora e performer. Graduada na faculdade Angel Vianna, em dança. Integrou as companhias de Dança Márcia Rubin,  e Frederico Paredes e integra a Cia Atores e Bailarinos do Rio de Janeiro, dirigida por Regina Miranda, desde 2001, pela qual participou de diversos festivais internacionais e nacionais. Trabalhou com diversos diretores de cinema e teatro como Antônio Abujamra, Rubens Correia, Gerald Thomas, Jefferson Miranda e Antônio Carvalho, dentre outros. Dirigiu, em parceria com Cavi Borges, longas metragens curtas e videoartes. Dirigiu e atuou, junto com Cavi Borges nos filmes “Salto no Vazio”, “O cinema é minha vida” e “Reviver”, que ganhou o Prêmio de melhor roteiro no Festival Guarnicê de Cinema-MA. Atuou ainda como protagonista nos longas: “Filme Francês” e “Fado tropical”, de Cavi Borges, “Orlando”, de Alexandre Rudar, “Estamos vivos”, de Filipe Codeço, “Guerra do Paraguai”, “Dois casamentos” e  “Os príncipes” todos com direção de Luiz Rosemberg Filho, tendo recebido o prêmio de melhor atriz no Cine PE 2018, pelo “Os Príncipes”. Protagonizou também a minissérie “Giga”, de Taciano Valério.

Filmou este ano o longa com direção de Taciano Valério no Recife “Espumas ao Vento” participou do Festival de Brasília em 2022.

Voltou a direção com Cavi com nosso “Não Sei Quantas  Almas Tenho”, depois do “Salto no Vazio”  e “Reviver”.

Entre os projetos a serem lançados, em 2023, o longa “Uma Por uma Por uma”, com direção de Patrícia e Regina Miranda,  para comemorar os 20 anos de sua parceria. O longa é baseado em textos de  escritoras  sobre o holocausto,  com roteiro e pesquisa de Regina Miranda.

Patrícia ainda lança em 2023 o primeiro filme que dirige sozinha – “Ensaios Sobre Yves”.

Cavi Borges é diretor e produtor

Cavi Borges é diretor e produtor da Cavideo. Já realizou mais de 350 filmes e ganhou mais de 200 prêmios. Atualmente, tem realizado eventos e ajudado na programação os cinemas do ESTAÇÃO NET.

Cavi abriu o Espaço cultural Cavideo em Laranjeiras com locadora e uma biblioteca de cinema gratuita. Cavi Borges é uma grande referência do movimento independente de cinema do Rio de janeiro produzindo filmes, mostras, eventos e encontros. “Não sei quantas almas tenho” é seu décimo oitavo longa como diretor.

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A Palavra Líquida, do Sesc RJ, começa nesta terça (5/10) com programação 100% composta por mulheres

Em sua 6ª edição, evento literário reunirá em ambiente virtual nomes como Clara Averbuck, Elisa Lucinda, Lubi Prates, Tatiana Salem Levy, Ana Maria Gonçalves e Cristiane Sobral. Programação contará com oficinas de escrita criativa, intervenções poéticas e saraus, além de atrações em artes visuais, cinema, teatro e música. Agenda girará em torno do tema “Feminismos: Corpos múltiplos”.

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Confira a programação completa do SESC RIO em abril e maio

PROGRAMAÇÃO DETALHADA

SESC COPACABANA

Entrefalas – O corpo negro: narrativas autorais | concerto musical e palestras

29/04 | 19h | Sesc Copacabana | Grátis | Livre

Descrição: O Sesc RJ convida o público e todos os artistas participantes do projeto para um encontro com depoimentos sobre as trajetórias dos profissionais, a cena da dança, e a criação de redes de intercâmbios. A conversa terá a mediação de uma das curadoras do projeto, Luciane Ramos-Silva, com a presença de todos artistas participantes. A abertura conta com a performance musical do artista Carlos Negreiros, da Orquestra Afro-Brasileira, que apresenta canções autorais da histórica companhia de dança afro carioca Olorum Baba Min, da qual foi diretor musical.

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TEATRO – Opereta infantojuvenil ‘Cabelos Arrepiados’ estreia neste sábado (2/4) no Sesc Tijuca

Estreia neste sábado (2/4), no teatro 1 do Sesc Tijuca, a opereta infantojuvenil “Cabelos Arrepiados”, de Karen Acioly. A montagem da companhia amazonense Buia Teatro, dirigida por Tércio Silva, é uma das selecionadas no Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2021/2022 e cumpre temporada no local até 1º de maio, com sessões aos sábados e domingos, às 11h e 16h.

 O enredo traz cinco crianças insones que tiveram seus sonhos roubados. Sem dormir, elas enfrentam os perigos gerados pelos maus pensamentos e sonhos ruins ao mesmo tempo que refletem sobre valores importantes como a amizade e união entre irmãos, o diálogo com os pais, hábitos de higiene pessoal e os perigos da destruição do meio ambiente e do consumismo. Nesta vibrante opereta sonhos, fantasias, imaginação, perigos reais e hipotéticos, humor e soluções inusitadas deixam o público de cabelos arrepiados de alegria.

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Ocupação artística no Sesc Copacabana homenageia Mercedes Baptista, a primeira bailarina negra do Theatro Municipal.

Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro, reabre nesta sexta-feira (5/11) depois de quase 1 ano e oito meses fechado por conta da pandemia com uma ocupação artística que homenageia Mercedes Baptista (1921-2014) em seu centenário de nascimento. A coreógrafa nascida em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, foi a primeira mulher negra a integrar o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e uma das principais precursoras da dança afro no Brasil e no mundo.

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