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Cultura à Milanesa

Filme “Grande Sertão”, de Guel Arraes, tem estreia mundial no Festival de Tallinn, na Estônia

Com trailer oficial, o filme “Grande Sertão”, dirigido por Guel Arraes, que também assina o roteiro junto com Jorge Furtado, tem estreia mundial marcada na 27ª edição do Tallinn Black Nights Film Festival (PÖFF), na Estônia, no próximo dia 10 de novembro, com a presença confirmada do produtor Manoel Rangel, da diretora de 2ª unidade e produtora artística Flávia Lacerda e ator Luis Miranda. O longa-metragem, produzido pela Paranoïd Filmes, em coprodução com a Globo Filmes, e distribuição da Paris Filmes, concorre na categoria Critics’ Picks e ainda será exibido em outras duas sessões durante o festival, nos dias 12 e 13.

Filme GRANDE SERTÃO_ Guerra por Helena Barreto

Protagonizado por Caio Blat (Riobaldo) e Luisa Arraes (Diadorim), o longa ainda traz no elenco nomes como Rodrigo Lombardi (Joca Ramiro), Eduardo Sterblitch (Hermógenes), Luis Miranda (Zé Bebelo), Mariana Nunes (Otacília) e Luellem de Castro (Nhorinhá)Adaptação da obra prima de Guimarães Rosa, o filme transpõe o universo da violência dos jagunços do sertão para o território dos bandidos da periferia urbana, em um tempo indeterminado. A história, narrada em tom épico, segue a trajetória de Riobaldo, professor que ingressou no bando por amor a Diadorim. A estreia está prevista para maio de 2024.

GRANDE SERTÃO_Zé Bebelo – by Gustavo Hadba

SINOPSE: Numa grande comunidade da periferia brasileira chamada “Grande Sertão”, a luta entre policiais e bandidos assume ares de guerra e traz à tona questões como lealdade, vida e morte, amor e coragem, Deus e o diabo. Riobaldo entra para o crime por amor a Diadorim, mas nunca tem a coragem de revelar sua paixão. A história, narrada por Riobaldo, é marcada pela presença de um personagem enigmático, Diadorim, que se torna um grande amigo dele e desperta sentimentos complexos. A identidade de Diadorim é um mistério constante para Riobaldo, que lida com escolhas morais e dilemas éticos, enquanto busca entender seu lugar no mundo e sua própria natureza. Nesse percurso transcorre as batalhas e escaramuças da grande guerra do Sertão.

imagem do GRANDE SERTÃO Diadorim e Riobaldo – por Gustavo Hadba

Conheça os envolvidos:

ELENCO 

Caio Blat (Riobaldo)

Luisa Arraes (Diadorim)

Rodrigo Lombardi (Joca Ramiro)

Eduardo Sterblitch (Hermógenes)

Luis Miranda (Zé Bebelo)

Mariana Nunes (Otacília)

Luellem de Castro (Nhorinhá)

Filme GRANDE SERTÃO Hermógenes – por Helena Barreto

FICHA TÉCNICA 

Produção: Paranoïd Filmes

Coprodução: Globo Filmes

Distribuição: Paris Filmes

Roteiro: Guel Arraes e Jorge Furtado

Direção: Guel Arraes

Produtores: Manoel Rangel, Egisto Betti e Heitor Dhalia

Direção – 2ª Unidade/Produtora Artística: Flávia Lacerda

Direção de Fotografia: Gustavo Hadba

Direção de Arte: Valdy Lopes Jn.

Montagem/Edição: Fabio Jordão

Trilha Original: Beto Villares

Produtor Associado: Edson Pimentel

Produção Executiva: Adriana König, Carol Scalice e Luciano Salim

1ª Assistente de Direção: Kity Féo

Produtor de Elenco: Alonso Zerbinato

Diretor de Produção: Paulão Costa

Técnico de Som: Martín Grignaschi

Edição de Som: María Florencia Gonzalez Rogani

Mixagem: Lucas Meyer

Figurino: Cao Albuquerque e Diana Leste

Maquiagem: Cleber de Oliveira

VFX: Eduardo Schaal, Guilherme Ramalho, Hugo Gurgel

Patrocínio: Empiricus

Realização: Ancine 

Apoio: Projeto Paradiso

Adaptação da obra literária “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa – gentilmente cedido por Nonada Cultural Ltda. – copyright

GUEL ARRAES| Diretore roteirista

Cineasta e ex-diretor da TV Globo, responsável por programas como TV Pirata, Programa legal e Comédia da vida privada, seu primeiro longa-metragem para cinema na realidade foi uma versão condensada da minissérie que dirigiu para a TV, inspirada na peça de Ariano Suassuna, “O Auto da Compadecida” (2000). O filme se tornou o campeão de bilheteria do ano, com mais de dois milhões de espectadores, e lhe rendeu o prêmio de melhor diretor no Grande Prêmio Cinema Brasil. Nascido em 1953, filho do político Miguel Arraes, viveu exilado com sua família na Argélia. Começou sua carreira em Paris, no Comitê do Filme Etnográfico dirigido por Jean Rouch, considerado um mestre do cinema-verdade. Dirigiu documentários de curta-metragem em super-8 e também o média “Barbes Palace” (1979), em parceria com Ricardo Lua. Também dirigiu peças de teatro, e uma de suas montagens se transformou em seu terceiro longa-metragem, “Lisbela e o prisioneiro” (2003), adaptação do texto de Osman Lins. Desde então, concilia sua atuação como diretor de TV com a de cineasta. 

 

FLÁVIA LACERDA | Diretora– 2ª Unidade/Produtora Artística

Flávia Lacerda é pernambucana, nascida em Recife. Formada em Cinema e Etnologia pelas universidades de Paris 8 e Paris 7, na França. Mora no Rio desde 1998, quando fez assistência de direção no seu primeiro trabalho na Globo: “O Auto da Compadecida”. Em 20 anos de profissão, às vezes escreveu, às vezes dirigiu ou codirigiu séries, novelas e especiais, entre eles: “Sexo Frágil”, “O Programa Novo”, “Belíssima”, “Negócio da China”, “Natal do Pequeno Imperador”, “Dó-Ré-Mi- Fábrica”, “Tudo Novo de Novo”, “Clandestinos”, “Insensato Coração”, “Louco Por Elas”, “Amor Te Amo”, “Chapa Quente”, “Mister Brau”, “A Fórmula”. No cinema, recentemente codirigiu o “Grande Sertão Veredas” e deu consultoria de direção para “Medida Provisória”, “O Debate” e “Beleza da Noite”. 

 

JORGE FURTADO| Roteirista

Com extensa trajetória em Cinema e TV, é um dos mais importantes roteiristas e diretores do país. Nascido em Porto Alegre, produziu seus primeiros curtas “O dia em que Dorival Encarou a Guarda” (Sundance), “Barbosa” (Festival de Havana) e o premiado “Ilha de Flores” (Festival de Berlim).

Na década de 90 iniciou seu trabalho como roteirista para TV, assinando títulos como “Comédia da Vida Privada”, “A Invenção do Brasil”, “Cidade dos Homens”, “Ó Pai, Ó”, “Decamerão”, “Doce de Mãe” (Prêmios Emmys), “Nada será como antes”, “Mister Brau”, “Sob Pressão” e “Todas as mulheres do mundo”.

Em 2002, Jorge Furtado estreou como diretor do longa-metragem “Houve Uma Vez Dois Verões”; Em seguida, “O Homem Que Copiava” (200l), “Lisbela e o Prisioneiro” (2003), “Meu Tio Matou um Cara” (2005), “Saneamento Básico” (2007), “Homens de Bem” (2011), “O Mercado de Notícias” (2014), “Quem é Primavera da Neves” (2017), entre outros. 

 

MANOEL RANGEL| Produtor

Produtor e cineasta, formado pela USP. É produtor dos longas “Quando Falta o Ar” (melhor documentário no É Tudo Verdade 2022), “A Batalha da Rua Maria Antônia” (melhor filme no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro 2023), “Dr. Gama”, “O Debate” e da série “DNA do Crime”, a ser lançada na Netflix em 14 de novembro. Desde 2018, é diretor executivo na Paranoïd Filmes à frente da área de negócios, desenvolvimento e produção de séries e filmes, com todas as principais plataformas de VoD e distribuidoras nacionais do mercado. Foi assessor especial do Ministro da Cultura Gilberto Gil e do Secretário do Audiovisual Orlando Senna entre 2004 e 2005. Liderou a criação e aprovação da lei que criou o FSA, da lei de cotas de produção brasileira independente na TV paga e da lei que criou o programa “cinema perto de você” e reforçou a proteção do mercado publicitário nacional. Foi Diretor-presidente da ANCINE por 10 anos, de 2006 a 2017 e Secretário Executivo da CAACI – Iberoamérica de 2011 a 2017.

 

PARANOÏD FILMES| Produtora

A Paranoïd é uma produtora audiovisual independente brasileira conhecida por audaciosos projetos de cinema, TV, streaming e publicidade. A Paranoïd se dedica à entrega de conteúdo criativo e de alta qualidade de imagem, atuando em todas as etapas, desde a criação ao lançamento, de séries e longas, ficcionais e não ficcionais, com as principais plataformas, programadores, canais, distribuidoras e colaboradores do mercado audiovisual. Entre as obras, constam o épico “Serra Pelada” (2013), de Heitor Dhalia, “Amores Urbanos” (2016) de Vera Egito, o documentário “Yoga: Arquitetura da Paz” (2017) de Heitor Dhalia, “Todas as razões para esquecer” (2018), de Pedro Coutinho, “Tungstênio” (2018), adaptação da premiada história em quadrinhos de Marcello Quintanilha, e “Anna” (2020), ambos Heitor Dhalia, o longa “Dr. Gama” (2021), dirigido por Jeferson De, a série “Arcanjo Renegado – 2ª temporada” (2022), e “Quando Falta o Ar” (2023), de Ana Petta & Helena Petta, vencedor do 27º Festival É Tudo Verdade. Hoje, a Paranoïd se prepara para lançar os longas “Grande Sertão”, de Guel Arraes, e “A Batalha da Rua Maria Antônia”, com direção de Vera Egito, e as séries “O Jogo que Mudou a História”, para a Globoplay, e “DNA do crime”, de Heitor Dhalia, para Netflix.

GLOBO FILMES| Coprodutora

Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras – do cinema à casa de cada um de nós. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998. Com mais de 450 filmes no portfólio, como produtora e coprodutora, o foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no nosso cinema: comédias, romances, infantis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de bilheteria, como “Tropa de Elite 2” e “Minha Mãe é uma Peça 3” – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como “2 Filhos de Francisco”, “Aquarius”, “Que Horas Ela Volta?”, “O Palhaço” e “Carandiru”, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e “Bacurau”, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Títulos mais recentes como “Marighella”, “Turma da Mônica: Lições” e “Medida Provisória” fizeram o público voltar às salas pós-pandemia para prestigiar um cinema que fala a nossa língua.

 

PARIS FILMES| Distribuidora

A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro e o Oscar de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013, e “Meia-noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen. A distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário” e “Marighella”. Para os próximos lançamentos, a empresa aposta em um line-up diversificado, que inclui títulos como “Os Três Mosqueteiros”, “Minha Irmã e Eu”, “Tá Escrito”, e as sequências “John Wick 4: Baba Yaga”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Pássaro Branco – Uma História de Extraordinário”, “Jogos Mortais X”. 

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